sábado, 13 de dezembro de 2008

Campeonato Mineiro - 2007 - Galo 4 x 0 Elas

É com muita alegria que o galo tirou toda pompa e arrogância daqueles que mão sabem pra quem torce, mais uma vez a esperança venceu o medo, a raça venceu a falta de recursos, o coração venceu e a paixão coroou a festa.

Destaque na voz do imortal e querido Willy Gonzer, o narrador que levanta multidões.


Ficha Técnica:

ATLÉTICO 4x0 CRUZEIRO

Local: Mineirão (Belo Horizonte-16h00);

Público: 38.644;

Árbitro: Cléver Assunção Gonçalves (MG);

Gols: Éder Luiz 30s, Danilinho 36', Marcinho (pênalti) 46' e Vanderlei 47' do 2º;

Cartões Amarelos: Marcos, Rafael Miranda, Marcinho, Léo Silva, Ricardinho e Fellype Gabriel; Expulsões: Gladstone e Simões

ATLÉTICO: Diego, Coelho, Marcos, Lima e Ricardinho; Rafael Miranda (Germano), Bilu, Marcinho e Danilinho; Éder Luiz (Tchô) e Galvão (Vanderlei). Técnico: Levir Culpi

CRUZEIRO: Fábio, Gabriel, Luizão, Gladstone e Jonathan; Léo Silva, Ricardinho, Geovanni (Maicossuel) e Fellype Gabriel (Simões); Nenê (Guilherme) e Araújo. Técnico: Paulo Autuori










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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Vídeos de Reinaldo - O rei do Galo

Os tempos em que se tinha a certeza que a honra era certa e o gol inevitável: Simplesmente Gênio. Saudades eternas ficaram para a massa ...

Obrigado Rei!



Pequeno Trecho do DVD do Reinaldo #1






Pequeno Trecho do DVD do Reinaldo #2





Paris Saint Germain 0 x 3 Atletico-MG - 1982





Homenagem ao Rei

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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

José Reinaldo Lima - O rei da Massa


Para Assistir Vídeos com o gols do Rei Clique Aqui.

José Reinaldo de Lima, mais conhecido como Reinaldo, é considerado o maior ídolo da história do Clube Atlético Mineiro. Revelado pelas categorias de base do Galo, o atacante foi um dos jogadores que mais se aproximaram da genialidade de Pelé, o atleta do século XX. Com limitações físicas ao longo da carreira, em razão das entradas duras e desleais dos adversários, o artilheiro pendurou as chuteiras de forma pré-matura, com apenas 31 anos. Ainda garoto, Reinaldo veio para o Atlético após ser observado por Zé das Camisas, que o indicou para o técnico Barbatana. Com apenas 16 anos, o adolescente já figurava na equipe profissional do clube. Sua estréia aconteceu no dia 28 de Janeiro de 1973, na derrota de 2 a 1 para o Valério-MG no estádio do Mineirão. O primeiro gol não demorou a acontecer, e foi no empate por 2 a 2 contra a Caldense no dia 04 de fevereiro do mesmo ano.

Em Ponte Nova, 11 de janeiro de 1957, Nasce José Reinaldo de Lima, filho de Mário e Maria Coeli, o sexto de oito irmãos, quatro mulher e quatro homens. A família era humilde, mas os pais não deixavam faltar nada e eram presentes na vida dos filhos. Algumas pessoas nascem com talento para pintura ou falar em público. Outras nascem com uma vida traçada pelos pais bem-sucedidos. Poucas pessoas nascem para majestade, como Reinaldo, que já é rei só pelo nome. Foi um menino obediente que fazia pequenos serviços para conseguir um dinheirinho e ir ao cinema. O futebol era a atividade favorita nas horas vagas. Tinha uma técnica impecável e por isso não podia jogar com os garotos da sua idade já que desequilibrava a partida. Então, Reinaldo treinava com os mais velhos. Até mesmo no colégio ele era dispensado de algumas aulas para jogar bola.


(...) me mandavam ir jogar bola, ao invés de assistir a aula de música, por exemplo... mas eu gostava de música! Só que eles achavam que eu era desafinado, e além disso gostavam de me ver jogando bola! (VIANNA, 1998: 22)

Aos 14 anos, Reinaldo jogava no Pontenovense. Em 7 de setembro de 1971, o juvenil do Atlético, comandado por Barbatana, esteve em Ponte Nova para um amistoso. Reinaldo não jogou porque estava participando do desfile de Independência como ciclista. Mas Barbatana estava na cidade também com o interesse de levar um novo jogador para o Atlético. Foi quando soube de Reinaldo: um menino que era um fenômeno e o irmão queria que ele fosse jogar no Botafogo, mas era muito novo. Barbatana assistiu a um jogo de Reinaldo e assim que o viu em campo percebeu que não podia esperar o garoto crescer para trazê-lo para o Atlético e foi logo conversar com os pais do menino para autorizarem a vinda dele para BH. Naquele mesmo dia, Reinaldo estava a caminho da sede alvinegra espremido no fusquinha de Barbatana.
Nessa época, eram comuns treinos do Juvenil contra o profissional, que era o time Campeão Brasileiro de 71 e tinha como técnico Telê Santana. Reinaldo esperou no banco e entrou em campo no 2º tempo. Ele era tranqüilo para jogar e se preocupava apenas com a bola, que parecia responder ao seus comandos. Ele driblou jogadores como Dadá, Humberto Ramos, Oldair e Vantuir.

“(...) Reinaldo entrou e aplicou dribles desconcertantes numa das melhores – e mais leais – zagas da história do alvinegro: Grapete e Vantuir. Deu passes perfeitos, se movimentou e fez gol. Da beirada do campo, Telê e Barbatana assistiam perplexos àquilo tudo” (GALUPPO, 2003: 132)



Enquanto não tinha idade para jogar no profissional, Reinaldo ia para onde precisavam dele fosse no juvenil, infanto e dente-de-leite. Ganhava prêmios como melhor jogador em quase todas as partidas e recebeu o apelido baby-craque de Roberto Drummond. Os pais de Reinaldo se preocupavam com a vida escolar dele, mas mesmo com muitas faltas ele conseguiu terminar o colégio e passar no vestibular para Comunicação Social.

Finalmente, Reinaldo começou a jogar no time profissional do Atlético em 1973. Tinha apenas 16 anos. Mas em 1974, Reinaldo começou a ter problemas no joelho. De acordo com ele, tudo foi conseqüência de um buraco no campo que pisou e teve torção no joelho esquerdo. Passou por uma cirurgia logo em seguida e teve o menisco interno extraído.

Reinaldo já era considerado o rei da torcida atleticana. E rei que é rei não perde a majestade jamais. Estava no auge da carreira de jogador quando passou pela primeira cirurgia de um total de nove.

Como era muito talentoso também sofreu com as agressões dos zagueiros adversários que sempre batiam no seu joelho. Aos poucos Reinaldo tentava resistir à dor para brilhar em campo ao som da torcida alvinegra: “Rei, Rei, Rei! Reinaldo é nosso rei!” E não decepcionava! Suas jogadas sempre impressionavam e deixavam os zagueiros sem reação diante dele, porque era impossível prever o que aquele garoto faria. Como o próprio Telê Santana falou em entrevista:

“E ele ia ficando cada vez mais habilidoso, ao longo dos anos. Com sua habilidade não sei se existiu algum... O único jeito de pará-lo, infelizmente era com a violência! E como ele foi caçado.” (VIANNA, 1998: 42)

Reinaldo era a alegria dos atleticanos, o rei da massa. O menino simples, que se inspirou em Pelé e Garrincha, saiu do interior de Minas e chegou à Seleção em 1978. Na época, Reinaldo fazia exercícios com um aparelho importado, mas durante a Copa diminuiu os exercícios e usava sempre uma faixa no joelho, a qual escondia até do colega de quarto. Jogou apenas três jogos pela Seleção e depois da Copa foi fazer nova cirurgia nos Estados Unidos. Ficou um ano sem jogar e para comemorar o retorno do rei, o Atlético marcou um amistoso com o Santos no Mineirão. Antes da partida todas as luzes foram apagadas e a torcida acendeu isqueiros para iluminar a volta do Rei.

Em 1982, ele foi convocado outra vez para jogar na Seleção mas por causa dos problemas no joelho ele foi cortado. Reinaldo lutou contra as dores que sentia no joelho, mas a medicina ainda não era tão avançada para mantê-lo em campo alegrando a massa atleticana. Por isso sua carreira no futebol foi curta mas inesquecível.
Em 1996, Reinaldo se envolveu com drogas e virou escândalo público. Passou por tratamento de desintoxicação física e espiritual. Teve apoio da família, amigas, torcedores, e do chamado trio: o advogado, o médico e psiquiatra que ajudaram durante o processo. Ele diz também que o nascimento de sua filha durante este período foi sua salvação.

Reinaldo sempre se interessou pela política nacional e se posicionou contra a ditadura. O gesto que fazia, braço levantado e punhos cerrados, para comemorar cada gol era motivo de discussão. Para ele era uma mistura de comemoração, resposta ao racismo, força e alegria. Reinaldo "acredita que a política é o campo ideal para o cidadão se posicionar" (SILVEIRA, 2006: 84). Após a carreira de jogador foi eleito Deputado Estadual pelo PT e agora cumpre mandato de vereador pelo Partido Verde.

"Jogou mais ou menos 10 anos com 90% cérebro e 10% físico, até o encerramento precoce de sua carreira. Ainda assim, infernizou defesas adversárias, marcou gols e fez jogadas antológicas, estabeleceu o recorde de artilheiro do campeonato nacional que perdurou por mais de 20 anos, em números absolutos, e ainda não foi batido, em números relativos". (CHAGAS & CHAGAS, 2004: 99).


Estatísticas:

Jogos 475
Vitórias 289
Empates 113
Derrotas 73
Gol Marcados 255

Títulos:

1975 - Taça Minas Gerais
1976 - Taça Minas Gerais
1976 - Campeonato Mineiro
1976 - Torneio Conde de Fenosa (Espanha)
1977 - Torneio de Vigo (Espanha)
1978 - Campeonato Mineiro
1978 - Campeão dos Campeões do Brasil
1979 - Campeonato Mineiro
1980 - Campeonato Mineiro
1980 - Torneio Costa do Sol (Espanha)
1981 - Campeonato Mineiro
1981 - Torneio Brasília 21 Anos
1982 - Campeonato Mineiro
1982 - Torneio de Paris (França)
1982 - Torneio de Bilbao (Espanha)
1983 - Campeonato Mineiro
1983 - Torneio de Berna (Suíça)
1984 - Torneio de Amsterdã (Holanda)
1985 - Campeonato Mineiro

Outros

1977 - Vice-Campeonato Brasileiro - Atlético
1980 - Vice-Campeonato Brasileiro - Atlético


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terça-feira, 25 de novembro de 2008

O que dizem delas

Em uma casual navegação pela web me deparei com este vídeo:



Não satisfeito com o vídeo quis saber se esta preferência colorida era um fato isolado no mundo ou se tratava de uma regra absoluta. Pois bem! Pesquisei saber o que segmentos importantes da sociedade civil diziam sobre nossos rivais.

Digitando o termo "Cruzeiro" veio logo a advertências dos sites de buscas:

"Cruzeiro" pode se referir:
  1. A uma Encruzilhada;
  2. A uma viagem turística de Navio chamada Cruzeiro Marítimo;
  3. A constelação Cruzeiro do Sul;
  4. A antiga mais recente moeda em circulação no Brasil, o Cruzeiro;
  5. A um clube de bichas que organizaram a parada gay em Minas Gerais, Cruzeiro Esporte Clube, que é conterrâneo do Aécio Never;
  6. A Cruzeiro, uma favela do Distrito Federal.

Por óbvio clicamos na 5º opção, vejamos o que falam sobre elas:

Cruzeiro Esporte Clube é MARA!!!

Aaaaaiê!! Este artigo está tentando me levar para o lado rosa da força! Este artigo pode falar de coisas muito gays! Se você ainda está em dúvidas acerca de sua sexualidade, é aconselhável que você não o leia até o fim. Mas, se você sabe que é macho, já nasceu mulher, ou está pintando as unhas de glitter enquanto lê isso... seja bem-vindo(a)!!!

O que a sociedade tem a dizer delas:

"Você quis dizer: Marias Futebol Clube"
Google sobre Cruzeiro Esporte Clube

"EMPURRA AS BICHAS, EMPURRA AS BICHAS"
Torcedores do Galo gritando com os policiais durante o Clássico

"Você pode definir o Cruzeiro em uma palavra:emo."
Oscar Wilde sobre o Cruzeiro

"Juiz! Ladrão! Bonito e gostosão!"
Cruzeirense sobre o juiz do jogo

"Já comi!"
Alexandre Frota sobre os torcedores do Cruzeiro

"Tudo otário e babaca !!"
Adriano Gabiru sobre os torcedores do Cruzeiro

"Eu quero a camisa 24!"
Edu Dracena sobre a famosa camisa das marias

"Aqui é um querendo comer o outro!"
Jonilson sobre sobre o treino do Cruzeiro

"Em dia de clássico, o Mineirão fica igual a um panetone: a massa do Galo as frutinhas do Cruzeiro."
Observador sobre Mineirão

"Uh vai morrer! Uh vai morrer!."
Torcida do Galo sobre dia de clássico no Mineirão

"Bicha não morre meu querido!!! Vira puuuuuuurpurina!!"
Torcida do Cruzeiro sobre a declaração acima

"Doutor isso é uma bichona!!"
Severino sobre torcedor do Cruzeiro Esporte Clube

"Isso já acabou, agora é a vez do Real"
FHC sobre Cruzeiro

"Hiii guardei três neles!"
Josiel sobre o jogo contra o Cruzeiro

"Eu vi um Cruzeirense Gay."
Professor Pasquale sobre um exemplo de pleonasmo

"Oba, dessa vez nós temos alguma chance! Nem o Paraná nem o Juventude vão jogar..."
Torcedor do Cruzeiro sobre a série A de 2009, comemorando a ausência de grandes clubes que sempre ganham do CruzEMO

"Ai nãaaao esqueci que ainda tem o Figueirense e o Ipatinga!"
Torcedor do Cruzeiro sobre o mesmo campeonato, lamentando profundamente a presença de mais dois clubes de tradição que sempre ganham do CruzEMO

"Éeee éeee éeee do Borussiaaaaaa!!!!."
Galvão Bueno sobre Cruzeiro

"Se não fosse pelo pênalti e o meu frango era 5 a 0!"
Marcos (Palmeiras) sobre Palmeiras 5 a 2 CUzeiro no Brasileirão 2008

"Cansei de ganhar dessas bichas! É muito fácil!"
Diego Souza(Palmeiras) sobre resultados dos jogos contra o Crugayro em 2008

Fonte: http://desciclo.pedia.ws


Advertências: O Nosso Galo ainda esclarece que se trata de matéria humorística e reeitera os pedidos para evitarem comentários de baixo calão.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Galo Campeão do Gelo

Este vídeo retrata o título imortalizado do glorioso Clube Atlético Mineiro, que é objeto do hino mais cantado no Brasil.

Notem que naquela época o nosso galo não possuia nem camisa adptada ao frio e seu jogadores jogavam com agasalho coberto pelo manto sagrado, ao som dos narradores da alemanha e da comportada torcida.

Época que ser jogador era mais uma questão de paixão e amor a uma instituição do que meramente um interesse financeiro.

Bons tempos!


Vídeo com lances das partidas:









Vídeo Homenagem da SPN:

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Declarações Bombásticas

Até os jogadores se entregaram dessa vez:





Advertências: O conteúdo exposto está hospedado no google, portanto a responsabilidade pelos mesmos cabe a quem o administra, motivo pelo qual a retirada do mesmo deverá ser realizada pelo Youtube. O Nosso Galo ainda esclarece que se trata de matéria humorística e reeitera os pedidos para evitarem comentários de baixo calão.

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